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17-05-16 | Revista do Call Center

Por que o home office cresce tão devagar no Brasil?

Diversas pesquisas já demonstraram os benefícios do home office para um colaborador, o principal deles sendo o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Os empresários também não saem perdendo: economizam em vale transporte e custos fixos como água, luz e, em casos mais amplos, aluguel de salas. Se o resultado é tão positivo, por que essa modalidade de trabalho cresce tão devagar no Brasil?

Segundo um levantamento realizado pela SAP Consultoria RH, com mais de 300 corporações dos mais variados segmentos, 37% das companhias permitem o trabalho remoto. Dessas, 7% dos profissionais efetivamente fazem o home office, sendo as pequenas empresas as mais receptivas à prática, com 45% dos casos.

Em comparação ao estudo anterior, feito em 2014, a alta foi de apenas 1% (36% para 37%). Quais os motivos? Ainda segundo a pesquisa da SAP, o “conservadorismo por parte da direção” foi o mais citado (43%), seguido de “segurança da informação” (38%), “problemas legais” (38%), “dificuldade de gerir atividades em ambiente externo” (36%) e “infraestrutura” (29%).

“Existe uma cultura no Brasil onde o responsável deve sempre acompanhar de perto sua equipe. Qualquer cenário contrário traz um sentimento de desconforto, também temendo outras distrações em casa como TV e familiares”, opina Ariane Abreu, Diretora Comercial da Total IP+IA – soluções integradas de voz e e-mail para contact centers.

(Fonte: Revista do Call Center)

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